sábado, 21 de dezembro de 2013


OLÁ QUERIDOS ALUNOS!

De acordo com o plano da disciplina, solicitamos que cada um de vocês escolham um dos textos apresentados na disciplina TECNOLOGIA, INFORMÁTICA e EDUCAÇÃO e elaborem um RESUMO de no máximo 1.000 caracteres que será postado nesse espaço o blog da disciplina.
Orientações para realização da Atividade- CLIQUE AQUI




VAMOS LÁ QUEM INICIA?

28 comentários:

  1. Para Paulo Gileno CYSNEIROS
    “Nossa utopia é sempre tentar mudar a história futura para melhor, e não defendo posições tradicionalistas ou contrárias à tecnologia na educação. Vejo as novas tecnologias como mais um dos elementos que podem contribuir para melhoria de algumas atividades nas nossas salas de aula. Por outro lado, também não adoto o discurso dos defensores da nova tecnologia educacional, que mostram as mazelas das escolas (algo muito fácil de se fazer), deixando implícito que nossos professores são dinossauros avessos a mudanças. É um discurso tentando nos convencer a dar mais importância a objetos virtuais, apresentados em telinhas bidimensionais, deixando implícito que a aprendizagem com objetos concretos em tempos e espaços reais está obsoleta.” (pg14).
    “O fato de se treinar professores em cursos intensivos e de se colocar equipamentos nas escolas não significa que as novas tecnologias serão usadas para melhoria da qualidade do ensino. Em escolas informatizadas, tanto públicas como particulares, tenho observado formas de uso que chamo de inovação conservadora, quando uma ferramenta cara é utilizada para realizar tarefas que poderiam ser feitas, de modo satisfatório, por equipamentos mais simples (atualmente, usos do computador para tarefas que poderiam ser feitas por gravadores, retroprojetores, copiadoras, livros, até mesmo lápis e papel). São aplicações da tecnologia que não exploram os recursos únicos da ferramenta e não mexem qualitativamente com a rotina da escola, do professor ou do aluno, aparentando mudanças substantivas, quando na realidade apenas mudam-se aparências.” (pg15).
    “Uma das conclusões de uma primeira análise fenomenológica superficial é que a tecnologia não é neutra, no sentido de que seu uso proporciona novos conhecimentos do objeto, transformando, pela mediação, a experiência intelectual e afetiva do ser humano, individualmente ou em coletividade; possibilitando interferir, manipular, agir mental e ou fisicamente, sob novas formas, pelo acesso a aspectos até então desconhecidos do objeto.” (pg21).

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    1. De acordo com o autor José Gregório Llano Mariella Adrián, a inserção das tecnologias nas escolas pode ser vista como um exemplo de "estar na moda" ou de modernização pois elas tem como objetivo ensinar seus alunos, capacitando-os para o mundo que os cercam. Porém apenas a inserção dessas tecnologias não bastam para revolucionar o sistema de ensino; os professores precisam se apropriar dessas ferramentas, ou seja, usar estas a seu favor no intuito de melhorar o ensino-aprendizagem (pg.29). " Se o fim transcende o uso dos computadores e se orienta a atingir objetivos educativos, estamos diante de um caso de informática educativa"(pg.35), portanto, o uso dos computadores deve ser visto como um complemento na aprendizagem dos educandos, como estamos vendo nessa disciplina, Tecnologia, informática e educação, pois é uma forma de informática educativa onde estamos usando com a orientação da professora a tecnologia em favor da educação.

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    2. Segundo o autor a informática educativa tem por objetivo usar o computador como recurso didático para as práticas pedagógicas nos seus diversos componentes curriculares, incentivando a descoberta tanto dos alunos quanto do professor. E preocupando-se com “quando; porque” e como usar a informática.
      Porque, o que interessa para a escola é conseguir seus objetivos que são: formar integralmente seus educandos, capacitando-os para que se insiram ativamente no mundo, afim de que sejam protagonistas de sua própria vida e agentes de mudança da realidade.
      Pois o que se propõe na informática educativa é que se usem essas tecnologias da informação e comunicação com intencionalidade pedagógica, onde se transcende o uso dos computadores e se orienta a atingir objetivos educativos.

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  2. Bom dia Franci e demais alunos!

    Agradeço pela postagem, isso demostra que você leu o texto e que tem compromisso com a sua formação. Vamos fazer um esforço de não deixar em forma de fichamento. Sugiro que tentem fazer um resumo das ideias do texto, vocês podem usar as citações, mas tentem fazer com suas palavras. Estou aguardando seus resumos!

    Um grande abraço!!!

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  3. Olá Colegas da PED. 2012!!!
    Boa Tarde!!!

    Segundo o texto "As novas tecnologias da comunicação e informação, a escola e os professores" (Capitulo 2), de José Carlos Libâneo (2011); entende-se que a intervenção educativa, acontece em muitos lugares, por intermédio de variadas formas por meio de diversas agências, pois a prática educativa não se restringe apenas à escola e ao ensino, percebe-se que além da escola há várias agentes educativos, como a família, a comunidade, instituições sociais, meios de comunicações, diante desses exemplos nota-se que a escola não possui o monopólio do saber.
    Outro ponto que o autor retrata é o que ele chama de intencionalidade, onde se define como a dimensão ética e normativa da prática educativa. Dentro dessa intencionalidade surge várias perguntas, que o autor retrata em seu texto como: Quem e por que se educa? Para que objetivos se educa? Quais os meios adequados de se educar?
    Libâneo em seu texto aborda sobre algumas relações problemáticas entre as NTCI e a educação. Uma das problemáticas que ele aborda é a do uso da informática na escola e a substituição da relação docente. Segundo ele, essa tecnologização do ensino estimula a convicção de que o computador e as outras mídias, podem substituir a relação entre o professor e o aluno. Essa convicção quer que se creia que é possível a aprendizagem completa somente com uso das máquinas sem intervenção do professor, sem a utilização das mediações relacionais e cognitivas no processo de aprendizagem, e essa questão é vista pelo autor como uma das mais problemáticas.

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    1. Continuando...

      Um dos objetivos pedagógicos do uso das novas tecnologias que o autor propõe é propiciar uma preparação tecnológica comunicacional para o desenvolvimento das competências, atitudes e habilidades para que o indivíduo possa viver em um mundo que se "informatiza" frequentemente e cada vez mais, devido aos grandes avanços tecnológicos; e favorecer essa preparação ao aluno é de grande importância, pois ajudar o aluno a inseri-se nesse processo garantindo que ele acompanhe esses avanços, mas é claro, que essa preparação sempre deve ser voltada para o desenvolvimento autônomo, crítico, e cognitivo do aluno.
      Segundo Libâneo (Pág. 71) "Os educadores escolares precisam aprender a pensar e a praticar comunicações midiatizadas, como requisito para a formação da cidadania." Não é suficiente que os professores tenham ao seu dispor, nas escolas, essas ferramentas comunicacionais, é necessário que aprendam a elaborar e a intervir no processo comunicacional que se realiza entre professores e alunos por meio de mídias como diz Rezende e Fusari (1996), mas para que isso ocorra de fato, os cursos de formação devem proporcionar ambientes para práticas e estudos sobre as mídias para os professores.

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    2. Desejo à todos vocês colegas Boas Férias...

      Vou ficar com Saudades dessa disciplina e Obrigada Professora pela sua contribuição!!!
      Abraços...

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  4. Para Paulo Gileno CYSNEIROS
    O fato de se treinar professores em cursos intensivos e de se colocar equipamentos nas escolas não significa que as novas tecnologias serão usadas para melhoria de qualidade do ensino. Em escolas informatizadas, públicas e particulares, o autor observa formas de uso que chama de inovação conervadoras, onde materiais simples com papel e lápis são trocados por ferramentas caras como computador.
    Atualmente a inovação conservadora mais interessante é o uso de programas de projeção de tela de computadores, notadamente o powerpoit, com o qual o espetáculo visual (e auditivo) pose tornar-se em um elemento de divagação, enquanto o professor solitário na frente da sala recita sua lição com ajuda de efeitos especiais, mostrando objetos que se movimentam, fórmulas, generalizações, imagens que podem ter pouco sentido para maioria do grupo de apredizes.
    Dentro de contextos apropriados e nas mãos de mestres criativos tais tecnologias são bastante úteis, podem ser usadoas quando se deseje que o aluno não se destraia copiando detalhes, pedindo-se logo depois que ele ou ela trabalhe com o material impresso copiado do quadro eletrônico. Também podem facilitar a comunicação e a vida do professor, possibilitando criar transparências em pouco tempo, praticamente durante uma aula, para responder a dúvidas de alunos, quebrar a monotonia, preparar material rapidamente para aulas seguintes, esses são alguns dos beneficios que a tecnologia nos proporciona, como também pode ter seu efeito contrário, gerando situações que o aluno não precise nem mais copiar, tendo em mãos materiais já prontos e acabados para que tenham apenas que memorizar para prova, tanta facilidade faz com que o proprio aluno saia prejudicado pois tem a falsa impressão que apredeu e não procure outros meios de fortalecer seus conhecimentos.
    A presença de tecnologia na escola, mesmo com bons software, não estimula os professores a repensarem seus modos de ensinar nem os alunos a adotarem novos modos de aprender, o primeiro passo foi dado, integrar a tecnogia no processo de ensino-aprendizagem para fortalecer a produção do conhecimento, mais para que isso aconteça precisamos de um enteresse maior de ambas as partes.

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  5. RESUMO
    ADEUS PROFESSOR, ADEUS PROFESSORA?
    Novas exigências educacionais e profissão docente
    Para Libâneo educação e comunicação sempre andaram juntas na reflexão pedagógica. E consequentemente, esses termos foram tomados como sinônimos, fazendo com que a comunicação fosse levada como uma progressão da educação, ocasionando em muitos quererem a substituição da educação teórica pela teoria da comunicação. Mesmo que as duas caminhem juntas, isso não quer dizer que é a mesma coisa.
    As conexões entre práticas educativas e processos comunicativos aproximaram-se consideravelmente no mundo contemporâneo, mesmo que por duas fortes razões: os avanços tecnológicos na comunicação e informática e as mudanças no sistema produtivo envolvendo novas qualificações e, portanto novas exigências educacionais.
    Ocasionando assim um impacto no processo de ensino-aprendizagem, onde o impacto dessas novas realidades no ensino implica ao menos em se fazer três tipos de leitura que são: a leitura pedagógica, a epistemológica e a psicocognitiva.
    A pedagogia é a teoria e a pratica na educação. A prática educativa não se reduz à escola e ao ensino. A intervenção educativa ocorre em muitos lugares, mediante variadas formas, por meio de diversas agências. Há, portanto, agentes educativos convencionais – família, escola, comunidade-, como há instituições sociais, culturais, civis, recreativas, meios de comunicação etc. A escola, portanto, não detém o monopólio do saber.
    A pedagogia intervem na prática educativa dando-lhe uma orientação de sentido e criando condições organizativas e metodologicas para sua viabilização, definindo seu traço mais caractéristico: a intencionalidade. A complicação da vida social comteporânea e a concludente diversificação das atividade educativas resultam ainda em ampliação das ações pedagogicas. Assim pode se dizer que estamos em meio a uma sociedade pedagogica.
    E onde se acentua o poder pedagogico nos meios de comunicação e na televisão, imprensa escrita, radio, revitas, quadrinhos entre outros. E em todos esses ambientes há práticas pedagogicas continuadas das escolas.
    As necessidades do novo paradigma produtivo e a tão anunciada universalização da escolarização básica.
    A crescente multiplicação dos meios de comunicação na sociedade informacional e a morte da escola.
    O uso da tecnologia informática na escola e a substituição da relação professor.
    Os impactos das NTCI na escola e a pouca receptividade dos educadores escolares em relação aos processos de inovação tecnológica.
    Assim sendo o novo paradigma produtivo acompanha o processo de internacionalização da economia, entre outros fatores.
    Uma teoria critica da educação proporia um processo formativo abragendo a totalidade do ser humano, nas suas dimensões física, cognitiva, não reduzindo à dimensão economica. Mas é preciso traduzir objetivos genericos em metas e práticas mais especificas para as escolas. Onde haja qualificação mais elevada e de melhor qualidade de caracter geral do trabalhador, inclusive como condição para quebra a rigidez da tecnologia, centrada no desenvolvimento de capacidades cognitivas e operativas encaminhadas para um pensamento autônomo, critico e criativo.
    Assim os educadores críticos estão desafiados a repensar objetivos e processos pedagógico-didaticos em sua conexão com as relações enter educação e economia, educação e sociedade técnico-científica-informacional, para além dos discursos contra o domínio do mercado e a exclusão social.

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  6. Olá boa noite a todos!
    PARA LIBANEO
    Os vínculos entre práticas educativas e processos comunicativos estreitaram-se consideravelmente no mundo contemporâneo, ao menos, por duas fortes razões: os avanços tecnológicos na comunicação e informática e as mudanças no sistema produtivo envolvendo novas qualificações e portanto, novas exigências educacionais. O impacto dessas novas realidades no ensino impõe ao menos três tipos de leitura: a pedagógica, a epistemológica e a psicognitiva. Pois para intervenção educativa ocorre em muitos lugares, mediante variadas formas, por meio de diversas agências. Há portanto agentes educativos convencionais – família, escola, comunidade -, como há instituições sociais, culturais, civis, recreativas, meios de comunicação.
    Libaneo também aborda algumas problemáticas entre as NTCI e a educação, uma delas é o impacto das NTCI na escola a e pouca receptividade dos educadores escolares em relação aos processos de inovação tecnológica. Outro posicionamento decorrente da análise do impacto das NTCI na educação é o papel da sociedade informacional. Numa sociedade caracterizada pela multiplicidade de meios de comunicação e informação, não teria lugar para a escola convencional, a escola do quadro-negro e giz.(pág. 63)
    A tecnologização do ensino incentiva a crença de que o computador e outras mídias podem substituir a relação pedagógica convencional. A tese da substituição da relação docente está associada a determinado paradigma de qualidade da educação em importaria mais saber fazer e o saber usar do que uma formação cultural sólida.
    Portanto, os curso de formação de professores precisam garantir espaços para práticas e estudos sobre mídias e produção social de comunicação escolar, sobre como desenvolver competente comunicação cultural com várias mídias.

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  7. Resumo –Adeus Professor, Adeus Professora? José Carlos libâneo

    “Educação e Comunicação sempre andaram juntas na reflexão pedagógica. Frequentemente, esses termos foram tomados como sinônimos, outras vezes a comunicação foi tomada como discussão da educação. hoje em dia não faltam os que querem substituir essa teoria da educação pela teoria da comunicação (p 57)”
    Vendo essas palavras no texto de Libâneo podemos observar que a educação e a comunicação sempre foram parceiras sempre estiveram juntas hoje as mídias são para sociedade umas das maiores formadoras de opiniões, e com isso vemos que o professor tem que estar sempre se aperfeiçoando para estarem a utilizar todo essas novas tecnologias estão ai para contribuir com a educação, ferramentas que são importantes na formação de seus alunos.
    Libâneo defende as necessidades dos educadores de se apropriarem da tecnologia e da comunicação como ferramenta educacional onde os alunos possam estar envolvidos, aptos a transformar suas ideias, sentimentos atitudes e valores. A tecnologia deve ser considerada um conteúdo escolar necessário na aprendizagem visto que essa nova geração nascida na era tecnológica tem grande facilidade lidar com a tecnologia. Tendo em vista que o ser humano vive em constante transformação e com o avanço das mídias está munido de informações esse acesso às várias formas de comunicação. Libâneo faz uma referencia muito importante na página(58) onde diz que: “Vivemos em uma era pedagógica”.
    Ele também enfoca a necessidade da formação docente continuada capacitando assim esse professor para que ele se sinta capaz de preparar seu aluno a ser um ser ativo e responsável pela construção dos seus conhecimentos no processo de sua educação. Vemos a disponibilidade de mídias que podem contribuir e muito com educação mais não estão sendo usadas, pois são poucos os educadores aptos, há ainda muitos professores desqualificados que não buscam o conhecimento para que possam levar seus alunos a uma aprendizagem significativa. As tecnologias sozinhas não educam ninguém elas precisão de alguém para manuseá-las tem que ter mais e mais profissionais qualificados sendo que as tecnologias são toda engenhosidade que a mente humana pode inventar podemos sim tê-las como uma aliada por uma educação de qualidade.

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  8. Verdade Lana, Paula Progênio, Sandra e Silvia, segundo José Carlos Libâneo nos demonstra no Livro “ADEUS PROFESSOR ADEUS PROFESSORA” que Educação e Comunicação estão juntas e que tais não são a mesma coisa, pois devemos reconhecer que as praticas educativas proporcionam processos comunicativos, que são intencionais visando à formação humana. Com isso podemos perceber que tudo tem intencionalidade, o professor trabalhara sempre com intencionalidades, com objetivos prévios nos processos educativos para com seus alunos.
    Entendemos a partir dessa reflexão do autor que toda comunicação é educativa, pois segundo John Dewey é um processo de compartilhamento de experiência comum.
    Refletindo sobre essa concepção entendemos que as praticas educativas e os processos comunicativos estreitam-se no mundo em que vivemos. Isso é proporcionado graças aos avanços tecnológicos que nos proporcionam diversas informações dentre elas no âmbito educacional, concomitantemente há as exigências educacionais, como por exemplo a capacitação do professor para atender a demanda do uso de tecnologia como processo de ensino no ambiente escolar.

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  10. olá colegas!
    texto: Adeus professor, adeus professora?
    Autor: José Carlos Libâneo
    ressaltando o que as colegas Lana, Paula Progênio, Sandra, Silva de lima e Gessica Araújo já destacaram. Para a pedagogia a educação e comunicação se desenvolvem juntas uma complementando a outra, sendo aplicada no caráter cognitivo, sócio emocional, coordenação motora e visual, e em vários outros aspectos. Para Libâneo essas complementações se tornam o objetivo de formar o ser humano. Visando esse processo de educar e comunicar nos dias atuais em meio as tecnologias existentes se tornou notório no processo de ensino-aprendizagem, exigindo mais qualificação nesse contexto educacional. O autor destaca que para a educação ser apreendida temos diversos meios de compreender e aprender, não se fechando somente em uma sala de aula, mais, também em uma educação não formal, por tanto, a escola não sendo apenas o único local de acesso aos saberes.
    Os meios de comunicação trabalhada de forma pedagógica se tornaram campos fundamentais para informar e repassar valores de todos os aspectos vivenciados pelo homem em caráter educacional. Essas práticas pedagógicas e os meios de comunicação se utilizam de todos os meios a pedagogia para constituírem processos de ensino-aprendizagem didáticos.
    Falar sobre uma leitura pedagógica com os meios de comunicação é tentar entender a função dinâmica desses meios para uma a utilização, de metodologias a ser aplicada e organizada com base nos resultados dos diagnósticos da leitura pedagógica. Sabendo das relações problemas sobre as novas tecnologias e a educação, já que nos dias de hoje temos a necessidade de qualificar nesse sistema produtivo, e uma qualidade social da educação nesses avanços , identificando vários problemas de interesses políticos e sociais, manipulação, exclusão , seletividade social e qualidade diferenciadas. Sociedade informacional e a morte da escola (descolarização), no meu ponto de vista não seria a morte da escola, mais, novos meios de se ampliar os conhecimentos, como destaca o autor “que não é apenas a escola o detentor de saber”, entretanto, esse espaço é de suma importância para os alunos refletirem e se tornarem críticos com ajuda de seus professores, desenvolverem o problematizar, a criticidade, a socialização, as habilidades, a cognição, lembrando que os instrumentos utilizados pela escola de forma pedagógica e adequada, para seus alunos não sejam dominados por elas, por essa questão entre outras, entra o fator do professor ser conhecedor das tecnologias por ele usado, se tornando um trabalho satisfatório e sendo renovado a cada dia no ensino aprendizagem, formando cidadãos .

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  11. Baseando-se no texto Complementar da Autora Cristina Costa em “EDUCAÇÃO, IMAGEM E MÍDIAS”, o renascimento marcou o início de uma época de mudanças irreversíveis no mundo, propondo uma maneira diferente de ver a vida: materialista, expansionista e cientificista. Tendo como resultado a criação de uma sociedade industrial, tecnológica e planetária, na qual os bens materiais passaram a ser produzidos em massa, para o mundo todo, através do uso crescente de equipamentos tecnológicos.
    Foi a criação da imprensa, do telégrafo, das redes ferroviárias e da fotografia que instalou definitivamente essa sociedade baseada na reprodução infinita de textos e imagens. Podemos chamá-la de sociedade midiática, na medida em que ela promove a mediação das relações entre pessoas e delas com o mundo pelos meios tecnológicos de comunicação.
    As fotografias são usadas há muito tempo na ilustração de livros pedagógicos, como suporte para compreensão dos textos. No entanto quando falamos do uso da linguagem na pratica educativa, estamos nos referindo a um uso bem mais amplo do que estes que já consagram na escola. Estamos nos referindo a trazer para sala de aula essa cultura imagética que os quase duzentos anos de produção de fotografias acabaram implantando em nosso cotidiano.
    É por isso que a fotografia se presta aos rituais de nossa história de vida, pois ela marca, registra e ilustra um momento, gravando-o na memória – nossa e dos outros. A imagem que vejo na fotografia não só isola e marca os momentos e fatos vividos, como os congela isto e, torna-os permanentes e imutáveis.
    Com a leitura desse texto, possuímos um forte argumento para que o professor utilize imagem fotográfica como elemento pedagógico na sua pratica de ensino, registrando em foto as atividades dos alunos, acompanhando as evoluções que os mesmo apresentam, além disso os próprios alunos podem se envolver subjetivamente utilizando a fotografia para fazer seus próprios registros, aprendendo a olhar, selecionar e a ver o mundo.

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  12. Segundo o texto do autor José Carlos Libâneo do texto: Adeus professor, Adeus professora? As novas tecnologias da comunicação e informação a escola e os professores, o autor aborda os seguintes tópicos :
    1 Uma leitura pedagogia dos meios de comunicação .
    2 Algumas relações problemáticas entre as NTCI, E a educação.
    3 Escolarização e necessidades do novo paradigma produtivo.
    4 Sociedade informacional e morte da escola (desescolarização)
    5 Tecnologia e substituição da relação docente.
    6 Impacto das NTCI E resistências dos escolares
    7 Integração dos meios de comunicação na escola
    Implicações pedagógico-didáticas
    No topico7 podemos entender que as tecnologias são de fundamental importância na sala de aula pois, ajuda aprimorar cada vez mais o processo de ensino-aprendizagem do aluno pois ajuda propiciar preparação tecnologia para desenvolver competências, habilidades para viver num mundo que informatiza cada vez mais.


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  13. Segundo a autora: Maria Cristina Castilho da Costa em “EDUCAÇÃO, IMAGEM E MÍDIAS”,
    Em uma sociedade globalizada a reprodução de imagens permitiu um diálogo linguístico e a leitura de um tempo, onde as mobilizações populacionais pelo mundo, com pessoas que se deslocavam de sua região para países ou cidades distintas, para cultivar vínculos com pessoas queridas, em seu lugar de origem, enviar e receber notícias e, com a necessidade de registrar períodos da época, Joseph Nicephoree fez várias experiências de produzir uma imagem que durou por dez anos, mas alcançou imprimir a vista que precisava da janela do sótão de sua casa.
    No Brasil, na mesma época, um imigrante francês, Antoine Hercule Romualde Florence, a sua reprodução fotográficas de diplomas e rótulos de farmácia, sendo que sucesso seu evento e mais o seu pioneirismo do uso da palavra fotographie para referir-se a ele, por o isolamento na contribuir no aperfeiçoamento e difusão da fotografia no mundo.
    Houve especulações em relação à criação de fotografias, seria o fim das pinturas ou em sucesso de um documento que possibilitaria o ser humano registrar seus momentos por um preço, mas acessível de que pintura.
    A fotografia é uma ferramenta que ajuda no processo educativo do aluno, usando uma linguagem fotográfica, para recordar de momento histórico cultural, politica, sócio econômico que a época está passado e as pessoas estão inseridos nesse contexto, registra momentos dos alunos para se identificarem em fotografia que serão mostrado a eles, juntamente com outras ferramentas tecnológicas como a projeção de slides.
    E como a leitura da imagem de uma fotografia será formidável na construção do subordinado, pois o mesmo passa por vários processos antes de ser uma mera reprodução.

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  14. Olá turma e professora!!!

    Como a Lana, Paula Progênio, Sandra, Silvia, Géssica, Lena e Lene Lobato já comentaram, segundo o texto: As novas Tecnologias da comunicação, a escola e os professores, do autor José Carlos Libâneo, pode-se observar que o autor trabalha com os seguintes tópicos:
    Uma leitura pedagógica dos meios de comunicação; Algumas relações problemáticas entre as Novas Tecnologias da comunicação e informação e a educação; Integração dos meios de comunicação na escola; Implicações pedagógico-didáticas.
    Nesse texto o autor fala da importância da pedagogia, que intervém na prática educativa dando-lhe uma orientação de sentido e criando condições organizativas e metodológicas para sua viabilização, definindo seu traço mais característico: a intencionalidade. A intencionalidade é a dimensão ética e normativa da prática educativa, pela qual todos os tipos de educadores envolvem-se moralmente no trabalho que realizam. (Libâneo, 2011, p. 57).
    O autor também enfatiza no texto a questão da tecnologia informática e a substituição da relação docente. Segundo Libâneo (2011), a tecnologização do ensino incentiva a crença de que o computador e outras mídias podem substituir a relação pedagógica convencional, ou seja, de que é possível a aprendizagem completa apenas com a presença do aluno diante dos equipamentos informáticos.
    Nesse sentido, pode-se entender que as novas tecnologias são importantes na educação, mas que as mesmas não podem ensinar sozinhas, porém com o auxílio de um professor elas podem contribuir de maneira significativa no processo de ensino e aprendizagem. Por isso é importante que haja a formação continuada de professores em relação ao uso das novas tecnologias, para que os mesmos saibam manuseá-las e dessa forma poderem utilizá-las em suas práticas pedagógicas, tornando suas aulas mais dinâmicas e prazerosas, envolvendo todos os alunos no universo tecnológico.
    Portanto o professor exerce um papel muito importante no processo de ensino e aprendizagem, pois o mesmo é mediador das relações cognitivas e interacionais dos dos educandos.

    Abraços professora e turma de PED2012!!! Sentirei saudades de suas aulas e da senhora é claro professora Benilda.
    Um FELIZ ANO NOVO, repleto de Bênçãos e realizações para todos nós!!!

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  15. RESUMO

    Informática Educativa: Algo mais que computadores nos centros educacionais?
    Muitas pessoas afirmam que os computadores e todas as novas tecnologias da informação e comunicação devem ser inseridos os centros educacionais. A escola não tem de estar na moda, no sentido de quem tem de estar na moda, no sentido de quem tem um telefone celular de última geração. O que interessa para a escola é conseguir seus objetivos: formar integralmente seus educandos, capacitando-os para que se insiram ativamente no mundo, a fim de que sejam protagonistas de sua própria vida e agentes de mudança de realidade.
    Estas tecnologias demonstraram ser ferramentas poderosas, irromperam em praticamente em praticamente todas as áreas do trabalho humano e, em todas elas, têm demonstrado sua grande capacidade para ajudar o homem a fazer todo tipo de tarefas. O desafio da educação popular está, juntamente, em dar a melhor educação a todos àqueles setores excluídos de todo desenvolvimento. O propor a inserção do computador na escola despertou grandes expectativas em todos os agentes vinculados á educação. A realidade, porém, demonstrou que mera introdução do computador não gerou mudança alguma. Quando acreditamos que os aparelhos têm em si o poder de gerar esta mudança, sentimos que tais equipamentos nos enganaram, não cumpriram a promessa de ‘modernizar e ‘melhorar a qualidade de nossa educação. O sistema educativo e a escola são processos culturais, o fato de pensar que simples introdução de um aparelho acarretará mudança importantes só possível se pensamos na escola-edifícios ferramentas tecnológicas não têm ,em si mesma ,o poder de produzir mudanças nas realidades educativas, mas utilizando-as efetivamente podem ser, com certeza, de grande utilidade, uso da informática é muito valioso e,certamente,compensará o custo e o cuidado de necessita,porém,esta maneira de utilizá-la está muito longe de alterar o modo como se ensina e se aprende na escola. Esta maneira de inserir os computadores dentro dos centros educacionais tem por base a necessidade de uma alfabetização com respeito a tais tecnologias, motivo pelo qual nos dedicamos a ensinar algumas coisa sobre estas máquinas.
    Para Almeida (1987) a introdução da informática na educação deve ser percebida levando em consideração o quadro de desenvolvimento e crise mundial. Outra maneira de introduzir a informática dentro dos centros educacionais é pô-las á disposição dos educandos ,para que eles procurem informação de maneira autônoma, quando achem necessário. O educador é o agente principal deste processo de inserção da tecnologia nos ambientes educativos, e para isso precisa de formação, apoio e acompanhamento. A aprendizagem de algumas habilidades especifica requer muita pratica e ,portanto ,muita paciência por parte do educador.
    As telecomunicações podem servir de plataforma para projetos cooperativos á distância. Por exemplo, a comunicação entre crianças que formam um grupo de trabalho via internet pode levá-las a uma profunda compreensão sobre a América Latina ,sua historia, a realidade comum e as diferenças entre países. Para que os computadores tenham o efeito que esperamos dentro da educação, é necessário que nós, que construímos o processo educativo, tivermos proveito deles, transformando—os em instrumentos serviço de nossos fins:uma educação libertadora para aulas setores excluídos da sociedade.

    Eloinne Maciel

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  16. Oi colegas da Ped.12
    O texto: INFORMÁTICA EDUCATIVA
    Como a colega Eloinne relata sobre alguns pontos do texto, o mesmo nos remete a reflexão da importância das tecnologias no ambiente escolar possibilita o acesso das informações do mundo e do meio em que está inserido. A tecnologia para ter um êxodo na educação deverá passar por um processo de adaptação dos professores e dos alunos e de toda a comunidade escolar, o professor é importante nesse processo, pois terá que conhecer seu instrumento de trabalho que lhe dará um leque de opções. O seu tempo será bem distribuída para fazer suas tarefas, a comunicação virtual aproxima o professor e os alunos a informações do que está acontecendo do meio e do mundo, a instalação do computador na escola deve funcionar como um processo continuo e não como algo que passa sem ter dado contribuição na formação do sujeito, o aluno deve sempre se sentir a vontade no uso da tecnologia e não ficar inibida pelo fato de não saber acessar o mesmo, é esse cuidado que professor deverá ter quando for manusear o computador. Se o professor colocar o computador sem nem um planejamento terá resultado negativos. Aprender como recorrer à tecnologia para melhorar o ensino- aprendizagem, por isso, é importante a presença do professor e dos técnicos ambos vão trocar experiência, Llano José Gregório e Adrian Marella que diz: “É importante que aprendam a utilizá-los. Está maneira de inserir os computadores dentro dos centros educacionais, tem por base a necessidade de uma alfabetização com respeito a tal tecnologia”. Por isso, que a tecnologia deve ser uma ferramenta de bom aproveitamento e não de algo que embeleza sua escola.
    FELIZ ANO NOVO, A TODOS QUE FAZEM PARTE DESSA DA FAMÍLIA PEDAGOGIA 2012.

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  17. Olá Professora e Colegas.
    De acordo com o autor LLano, José Gregório; Ádrian, Mariella. A informática educativa na escola e suas tecnologias da informação, o mesmo retrata e frisa que o importante para a escola é instruir seus educandos já que estes são fornecedores de informações e conhecimentos, mostrando-os que adquiriram novos saberes com seu p´roprio esforço e interesse sendo capazes de transformar, mudar a realidade.
    Para que essa concepção se concretize, a igualdade para todos deve partir em dar educação com ops melhores recursos aos setores excluídos fazendo com que estes se sintam entusiasmados com a aprendizagem, conhecimento conquistado, adquirido.
    Assim observou-se que a informática educativa é fundamental na escola para que as práticas pedagógicas sejam praticadas exercidas e realizadas com êxito, já que o importante á intenção, a pretenção, o objetivo que a escola pretende realizar de forma integrada nas suas atividades.

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  18. Cametá, 07 de Janeiro de 2014.
    O texto “VISÃO ANALÍTICA DA INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO NO BRASIL: a questão da formação do professor”, dos autores José Armando Valente e Fernando José de Almeida.
    Primeiramente o artigo traz os marcos do desenvolvimento da Informática na educação nos países: Estados Unidos e França. Falar do desenvolvimento da informática na educação nesses países foi importante porque o Brasil sofreu influencia sobre isso. É importante ressaltar que há diferenças do programa brasileiro em relação aos outros países, como França e Estados Unidos, é a questão da descentralização das políticas. No Brasil as políticas de implantação e desenvolvimento não são produto somente de decisões governamentais, como na França, nem consequência direta do mercado como nos Estados Unidos. A segunda diferença entre o programa brasileiro e o da França e dos Estados Unidos é a questão da fundamentação das políticas e propostas pedagógicas da informática na educação
    A partir dessa implantação da informática na educação, destaca-se o avanço tecnológico e as mudanças pedagógicas, que deveriam está no mesmo nível, mas não estão porque apenas o avanço tecnológico de fato aumentou já as mudanças pedagógicas não acontecerão, pois não foram encontradas práticas realmente transformadoras. No artigo tem um exemplo de como seria essa prática, onde ele diz que poderia ter: criação de ambientes de aprendizagem, nos quais o aluno constrói o seu conhecimento, ao invés de o professor transmitir informação ao aluno. Tentando resolver essa problemática os microcomputadores foram utilizados como ferramenta no auxílio de resolução de problemas, na produção de textos, manipulação de banco de dados e controle de processos em tempo real. De acordo com essa abordagem, o computador passou a assumir um papel fundamental de complementação, de aperfeiçoamento e de possível mudança na qualidade da educação, possibilitando a criação dos ambientes de aprendizagem.
    Finalizando com a formação do professor para exercer tal função, não é um assunto que o professor tem que saber apenas como usar o computador na sua disciplina, ele tem que saber desenvolver no contexto da escola suas práticas pedagógicas.
    Franciainne Freitas

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  19. Olá turma!!!

    Segundo o texto “Tecnologias também servem para informar e comunicar”, da autora Vani Kenski; o homem cria um tipo especial de tecnologia para comunicar-se com seus semelhantes, chamado por alguns autores de “tecnologia da inteligência”. A base dessa tecnologia é imaterial, não existe como máquina, mas como linguagem. No texto, a autora destaca três tipos de linguagem: oral, escrita e digital.
    A linguagem oral é a forma mais antiga de expressão, é uma construção particular de cada agrupamento. O uso da fala deu a possibilidade de se estabelecer diálogos, transmissão de informações, avisos e notícias, e o seu uso regular definiu a cultura e a forma de conhecimento de um povo.
    Já a linguagem escrita como tecnologia de comunicação surge quando os homens deixam de ser nômades. Diferentemente da sociedade oral, na sociedade da escrita há necessidade de compreensão do que está sendo comunicado graficamente. A partir de então os primeiros registros gráficos do pensamento humano foram encontrados em materiais como paredes de cavernas, ossos, pedras e peles de animais, e muitos outros tipos de materiais foram utilizados como suporte para a escrita antes da invenção do papel.
    A terceira linguagem articula-se com as tecnologias eletrônicas de informação e comunicação. A linguagem digital é simples, baseada em códigos binários, por meio dos quais é possível informar, comunicar, interagir e aprender. Os hipertextos são a base dessa linguagem, é considerado uma evolução do texto linear na forma como o conhecemos, e reconfigura as formas como lemos e acessamos as informações. Essa linguagem expressa em múltiplas TICs, impõe mudanças radicais nas formas de acesso à informação a cultura e ao entretenimento.
    As novas TICs não são apenas meros suportes tecnológicos. Elas têm suas próprias lógicas, suas linguagens e maneiras particulares de comunicar-se com as capacidades perceptivas, emocionais, cognitivas, intuitivas e comunicativas das pessoas. Participando de jogos interativos ou em salas de bate-papo, estamos vivendo novos tipos de interação, em que estão presentes muitos mais do que a nossa capacidade de comunicação e de relação social.
    Estamos vivendo um novo tempo, onde as transações comerciais são realizadas de maneira globalizada, ao mesmo tempo, entre organizações e pessoas localizadas nos mais diversos cantos do planeta. As alterações sociais decorrentes da banalização do uso das tecnologias eletrônicas de informação e comunicação e do acesso a elas atingem todas as instituições e espaços sociais. Essas alterações sociais refletem-se sobre as tradicionais formas de pensar e fazer educação. Abrir-se para novas educações, resultantes de mudanças estruturais nas formas de ensinar e aprender possibilitadas pela atualidade tecnológica, é o desafio a ser assumido por toda a sociedade.

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  20. Adeus Professor, Adeus Professora?
    José Carlos Libâneo

    Os vínculos entre práticas educativas e processos comunicativos estreitaram-se no mundo contemporâneo graças aos avanços tecnológicos na comunicação e as mudanças no sistema produtivo envolvendo novas qualificações e novas exigências educacionais.
    Uma importante decorrência dessas considerações e que todo trabalho profissional em qualquer esfera da educação intencional é um trabalho pedagógico.
    Assim diante das complexidades das relações comunicacionais no mundo contemporâneo, os educadores precisam aprender a pensar e praticar comunicações midiatizadras como requisito para formação da cidadania.

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  22. No texto A Informática Educativa na Escola, de José Gregório de Llano e Mariella Adrián, publicado em 2006, os autores apresentam como tema principal o Uso do Computador nos Centros Educacionais. Segundo o texto o objetivo da escola é formar integralmente seus educandos. Sabe-se que as capacidades que os professores adquiriram no transcorrer de sua formação já não são mais tão satisfatórias, e que é necessário desenvolvê-los de modo que o uso das novas tecnologias não seja apenas mais um recurso de estudo das aulas. Estas ferramentas só produzirão algum efeito, se nós agentes, que construímos a vida da escola, formos nos apropriando delas, transformando-as em recursos dos quais dispomos a fim de chegarmos o fim de uma melhor educação para os nossos educandos.
    Atualmente os professores encontram-se diante de uma realidade difícil e inovadora, a relação “como se aprende “ e “como se ensina’ deve ser repensada, rediscutida. As ferramentas tecnológicas não tem, em si mesmas, o capacidade de produzir transformações nas realidades educativas, mas podem ser de grande utilidade. O computador pode trazer benefícios como o aceleramento do desenvolvimento cognitivo, aumento da capacidade criadora, ajuda no aprendizado. Por outro lado, o uso dos computadores na escola pode ficar prejudicado pelo despreparo dos próprios educadores e educandos.
    Educadores e Educandos utilizam o computador, tem acesso à internet, se relacionam etc. Enquanto que na escola, os recursos tecnológicos pouco são aproveitados para provocar mudanças nos modos de pensar, aprender e organizar o currículo escolar.
    A uso dos computadores nos centros educacionais se inicia no campo administrativo da instituição. Aqui a informática surge como ferramenta administrativa, não podendo falar em informática educativa, mas em administração escolar informatizada.
    Outro uso do computador aparece na escola como um objeto de estudo para que os educandos aprenderem conceitos básicos, como os computadores são desenvolvidos e como funcionam.
    Desta forma, a chegada da informática muda os objetivos finais que acreditamos atingir nos centros educacionais. A informática não está a serviço da aprendizagem, nem tão pouco podemos falar de informática educativa, mas sim de ensino da informática.
    Outra maneira de introduzir a informática é colocar à disposição dos educandos. Os computadores são usados como recursos de informação. Aqui novamente não é possível falar em informática educativa, mas sim em acesso aos recursos da informática da informação.
    A informática educativa supõe o uso das tecnologias da informação com intencionalidade pedagógica, ou seja, usar os computadores para que os estudantes aprendam algo. O impacto das novas tecnologias na sociedade é uma realidade da qual não podemos fugir. O professor precisa criar ambientes de aprendizagem, de produção coletiva do conhecimento. Mesmo com toda a tecnologia presente no mundo, é preciso aperfeiçoar as estratégias mais eficazes para que nós professores/ educadores e os alunos sejamos ou passemos a ser bons comunicadores.
    O elemento fundamental é a intencionalidade pedagógica. Se o fim transcende o uso dos computadores e se dirige a alcançar objetivos educativos, estamos diante de um caso de informática educativa. Visto deste modo, o educador surge como o agente principal e será o encarregado de fazer uso total recurso para atingir seus objetivos, já que ele quem tem a visão do processo educativo que está sendo desenvolvido com seus educandos.
    ...

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  23. CONTINUANDO...
    O educador é o agente principal deste processo de inclusão da tecnologia nos espaço educativo e para isso precisa de formação, apoio e acompanhamento. Ele deve ir se adequando progressivamente destas tecnologias e, com o apoio necessário controlar e dirigir o processo de inserção destas ferramentas, apresentar as oportunidades de formação que lhe permitam ir se apropriando dessas novas tecnologias, e capacitá-los com o seu uso, pág. 36.
    O educador deve assumir o seu papel de conhecedor em educação, colaborando tanto com seus conhecimentos pedagógicos quanto com o conhecimento de seus educandos.
    Em suma, vimos no texto como os computadores podem ser empregados, com a finalidade de estimular a aprendizagem de nosso educandos. Vimos ainda como uso dos computadores nos centros educacionais não se caracterizam pela indispensável intencionalidade pedagógica, a qual determina a informática educativa: devem ser usado para que os educando aprendam em novos contextos, com várias ferramentas e probabilidades.É aí que entra o função do professor, auxiliando o aluno a fazer a transformação dos usos que ele já faz no social, como ser um sujeito melhor, como também para ser um profissional mais atento e articulador. É importante que ele tenha clareza qual é o objetivo do uso do computador como recurso pedagógico e saber utilizar na construção do conhecimento.
    Para que os computadores tenham o resultado que esperamos dentro da educação, é imprescindível que nós, que construímos o processo educativo, tiremos proveito deles, transformando-os em instrumentos a serviço de nossos fins: uma educação libertadora para aquelas esferas excluídos da sociedade, pág 43.
    O desafio é saber o que fazer com essa informação toda que recebemos de diversas fontes e debater democraticamente esses usos. Se o educador tiver familiaridade e sentir-se confortável com as tecnologias e seus aproveitamentos educacionais, poderá passar facilmente para os seus alunos a aplicabilidade e as benefícios de sua utilização na construção do conhecimento. Aí que entra a formação continuada dos professores e este precisa estar aberto a esta formação.

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